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sábado, 2 de junho de 2012

TEXTO REFLEXIVO DA DINÂMICA





DINÂMICA: O BONECO- Dividir os participantes em seis subgrupos. Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés. Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.

·         A)-Cabeça - Grupos: 1 e 2): Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?
·         B) Tronco – (Grupos (1 e 2): O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?
·         Braços- (Grupos 1 e 2): Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas,
entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?
·         Mãos – (Grupo 1 e 2): Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas idéias?
·         Pernas Grupo (1e 2): Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de  preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?:
·         Pés Grupo (1e 2): Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?

Dinâmica extraída do Site do Mundo Jovem.


REFLEXÕES DOS GRUPOS

Essa oficina foi trabalhada em dois turnos: (Manhã e Tarde), com os professores de Ensino Religioso da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa-PB no desenvolvimento da Formação Continuada. Foram momentos dinâmicos, envolvendo todos os presentes.
O interesse do grande grupo pelo tema foi totalmente de muita participação, tendo em vista ser um assunto que deve ser abordado por todas as escolas, famílias e sociedades em geral.
E por isso não podemos ficar de braços cruzados!...Precisamos fazer algo para sensibilizar a comunidade escolar com essas questões. Leonardo Boff afirma que: Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente ... ( Fonte : www.leonardoboff.com)
Os resultados apresentados pelos grupos foram os melhores possíveis!... Chamamos atenção que em cada abre e fecha aspas, representa a fala de um grupo. Vejamos abaixo:
“É de se ver o planeta sendo destruído, se evaporando pela poluição. A degradação pelo    homem é grande. Existem cobranças da sociedade, mas, não existe a consciência da realização da humanidade dessa preservação! Atualmente há por parte de diversos setores da sociedade, incluindo nesse panorama as instituições escolares, uma preocupação com a preservação da biodiversidade. Nesse tocante, são formulados projetos, fóruns, campanhas nas diversas esferas midiáticas que buscam promover a construção de uma consciência ambiental. Frente a séculos de degradação. Percebemos que as ações são pontuais. A sociedade ainda se encontra no plano do discurso, porém as ações muitas vezes são contraditórias”.  
“Observamos o futuro que nos espera, pois o que estamos vendo é o aquecimento global, com deslizamentos e tsunamis a caminho do caos, por outro lado se apresenta enchentes e secas, poluição e outros estragos que se tornam preocupantes. Todavia temos que proteger a natureza para sobreviver! Cuidar da riqueza da biodiversidade é dever de todos... Em sala de aula não podemos deixar de lado essas questões tão importantes. É preciso abrir espaço para esse diálogo.  A biodiversidade é muito importante para nossa vida. Reciclar é preciso”.
"Sentimo-nos muito mal, vendo um descaso gigante quanto ao cuidado com o meio ambiente que está sendo destruído por todos, e nada é feito. Apesar de tantos projetos mostrados na mídia, o que fica só na teoria. A degradação ambiental tem provocado sérios problemas que afeta toda flora e fauna do planeta Terra. Para que o estudante tenha consciência da preservação da biodiversidade é necessário que entenda o seu valor como parte de sua vida, sensibilizando-se para o entendimento de que há prejuízo na natureza".
"Sentimo-nos penalizados; sufocados; desconfortáveis e principalmente responsáveis. Quanto ao estudante, o seu comportamento dentro do ambiente escolar os quais demonstram que uma parte deles destrói os mobiliários joga lixo no chão, rasgam cadernos. Acreditamos que a realização de seminários e palestras possam sensibilizá-los".
"Podemos alcançar as nossas famílias, no ambiente de trabalho e a sociedade, sensibilizando-os para a elaboração junto com os especialistas da escola um projeto para ser implantado juntamente com toda comunidade escolar para preservação da natureza e da vida.
“Se a ação for isolada, pouca coisa alcançaremos. Porém, abraçados, juntos numa mesma corrente conquistaremos o infinito. Com todas as pessoas juntas, do menor - o cidadão comum- ao Presidente da República. Sozinhos não somos nada, unidos num único ideal pela preservação da vida e da natureza, conseguiremos salvaguardar a biodiversidade". 
“Temos que sensibilizar a comunidade escolar em preservação através de ações coletivas tais como: Reciclagem; oficinas com as garrafas. Exemplos: Vassouras, brinquedos, cestas para ornamentações, artigos para decorações. Com vidros: aproveitamos para decoração, depósitos de doces, temperos e biscoitos. Essas ideias poderão ser feitas com treinamentos, mostrando a importância da preservação do meio ambiente, envolvendo ainda os pais com os mesmos objetivos da reciclagem, através de folders; painéis na escola e na rua; mensagens através das Redes Sociais; reportagens, pois “a cabeça pensa e as mãos executam as ideias".  Divulgando site: www. fazendoeducaçao", e outros que abordam esse tema.
 “Através da conscientização de toda comunidade escolar. Cuidar da área verde. Respeitar o tempo de maturação de cada espécie frutífera. Cuidar da água; evitar desperdícios de alimentos; conservar os materiais provenientes da matéria prima da natureza (árvores entre outros). Cuidar da escola também!... Isso não só na escola, mas, em todos os cantos. Sensibilizar toda comunidade escolar, com cartazes feitos com materiais recicláveis, usando os recursos tecnológicos acessíveis para o maior conhecimento da biodiversidade brasileira.  O compromisso de cada um em fazer: "O mundo em nossas mãos".
“Fazer um trabalho individual e coletivo de conscientização com a família; escola; trabalho; comunidade; entidades civis e religiosas. Unir esses grupos para fomentar o diálogo, mostrando a importância da preservação, relacionando o ser humano com a natureza, enfocando a cultura religiosa e seus ritos mediante o uso dos elementos da natureza. Propor a criação de projetos financiados para a luta pela preservação".
“Mobilizar as pessoas através da política pública e educacional conscientizando sobre a importância da biodiversidade. Motivada pelos meios de comunicação “mídias", escola, governo. Isso se dará através de oficinas, palestras, seminários, dramatização, musicalidade, etc. Inserir nas escolas de horário integral também as oficinas de aproveitamento do lixo. 
 “Podemos trabalhar a preservação dos rios, mares, florestas, flora e fauna. Evitar poluir os rios e mares, não jogando lixo nos esgotos. Evitar queimadas, derrubadas de nossas árvores, matança de nossos animais. Cuidar das praças e jardins. Os resultados desejados serão um meio ambiente saudável e prazeroso de se viver".
Por outro lado, também! “Podemos trabalhar com projetos interdisciplinares de Educação Ambiental, criando oficinas do sabão ecológico, a coleta seletiva e cultivando hortas envolvendo toda escola. Os resultados que queremos são: A conscientização; a valorização e a preservação do meio ambiente saudável". 

Elaboração: Professores de Ensino Religioso
           Organização: Maria José Torres Holmes                                                                                          
          
João Pessoa, 03 de maio de 2012

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