sábado, 12 de agosto de 2017

AMIGO SIM! BULLYING NÃO com alunos do Colégio Santa Amália de São Paulo




Projeto: AMIGO SIM! BULLYING NÃO

Autor: Cláudio dSantana
Música e Letra

Já se pôs no lugar de quem você humilha, faz gozação,
intimida com palavras, agressão.
Já imaginou se fosse você rejeitado,
sendo excluído, sendo magoado.

Já imaginou se fosse você sentindo
a tristeza, a dor, a lágrima caindo.

Amigo sim, Bullying não.
Não ao preconceito, não discriminação.
Amigo sim, Bullying não.
Sim a diversidade, sim a inclusão.

E daí se é pobre, gordo, manco, baixo, alto, magro, negro, branco.
Por dentro somos todos iguais, o coração que conta muito mais.
O normal é ser diferente, cada um viver seu jeito livremente.
Ninguém é melhor que ninguém, NÃO, não importa raça, crença, nação.
Diga não a divisão, a quem precisa estenda a mão.
Cultive um sentimento maior: o AMOR, esse sim faz a gente melhor.

Já parou para pensar: a força do bem mora em seu coração,

se renova a cada gesto, boa ação.


domingo, 6 de agosto de 2017

ELBA RAMALHO ● MEU SUBLIME TORRÃO


Deixo aqui a minha mensagem de gratidão à cidade de João Pessoa, por ter me acolhido para fazer deste lindo cenário o meu lugar do CORAÇÃO.
Esta linda Canção pode ser considerada um Hino em homenagem à nossa Paraíba! Em especial à nossa querida e tão amada cidade hospitaleira... A nossa João Pessoa com seus pontos de encontro de brasileiros de todo o nosso tão querido e amado BRASIL. De autor paraibano na voz da nossa eterna paraibana Elba Ramalho.
        
(autor: Genival Macêdo- 1937)

Num recanto bonito do Brasil,                           
Sorri a minha terra amada...                        
Onde o azul do céu
É mais cor de anil...
Onde o Sol tão quente
Parece mais gentil!

Lá, eu nasci e me criei;
Fiz canções e amei,
Sempre tive inspiração...

Lá... no Nordeste imenso...
Tem um fulgor intenso,
Meu Sublime torrão!

A minha terra,
Que só encerra,
Belezas mil;
Pode ser chamada,
A namorada
Do meu Brasil!

Minha terra tem
O Cantar dos passarinhos,                                
Na lagoa, os gansinhos,
Com seu nado devagar;
As morenas tão gentis,
Ostentando os seus perfis
Numa noite de luar...

Não tem a fama da baiana,
Mas a paraibana
Sabe amar, tem sedução;

Paraíba hospitaleira,
Morena brasileira,
Do meu coração!






Sugestão de Atividades:

1- Esta música poderá ser trabalhada de forma interdisciplinar;
2- Pesquisas diversas dependendo do componente curricular;
3- Promover danças, teatros. 
4- Concursos de paródias;
5- Elaboração de vídeos entre outras.



sábado, 29 de julho de 2017

RELATO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA



João Pessoa, 25 de julho de 2017

CARTA DA PARAÍBA: “EU NÃO NEGO O ENSINO RELIGIOSO NA BNCC”


Ao Presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE)
Eduardo Deschamps
Prezado Senhor

A Carta da Paraíba que visa garantir a permanência do Ensino Religioso (ER) na BNCC foi resultado da Reunião Pública promovida pela Assembleia Legislativa da Paraíba, liderada pelo Deputado Estadual Anísio Maia–PT, conjuntamente com o Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (FONAPER), representado na Paraíba por Lusival Antonio Barcellos, Gracileide Alves da Silva, Maria José Holmes e Giovanna C. Januário Alves.
A sessão ocorreu no dia 25 de julho do corrente ano, no Auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tendo à mesa a seguinte composição:
1 - Deputado Anísio Maia – Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba.
2 - Prof. Dr. Lusival Barcellos – Vice-Coordenador do FONAPER.
3 - Profª. Drª. Bernardina Maria Freire de Oliveira Vice-Reitora da UFPB. 
4- Profª. Drª. Maria Lucia Abaurre Gnerre - Coordenadora dos Cursos de Bacharel e Licenciatura em Ciências das Religiões da UFPB.
5 - Prof. Dr. Carlos André Cavalcanti – Líder do VIDELICET/UFPB e Secretário da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR).
6 - Marta Medeiros – Representante da Secretaria de Estado da Educação da Paraíba.
7 - Prof. Antônio Araújo Silva – Representante da Secretaria de Educação do Município de João Pessoa (SEDEC).
8 - Maria José Holmes – Membro do FONAPER  e Articuladora do Ensino Religioso na Paraíba.
9 - Maria Azimar F. O. Silva - Articuladora do Ensino Religioso na Paraíba.
Na oportunidade estiveram presentes professores da rede municipal de João Pessoa, da rede estadual da Paraíba, universitários do curso de Ciências das Religiões/UFPB, bem como, líderes religiosos de algumas denominações religiosas do Estado e demais interessados pela temática que apoiam esta causa (Veja lista em anexo).
O evento contou com falas efusivas da mesa e do público presente, reforçando a permanência desse componente curricular na 3ª versão BNCC. Nas diversas intervenções e em diversos contextos foi lembrado que o Ensino Religioso é o único componente curricular presente na Constituição Federal (CF) de 1988, artigo 210, § 1°,  que “[...] constituirá disciplina dos horários normais das escolar públicas de ensino fundamenta.l” (Grifo nosso). Portanto, a escola tem que oferecer, todos os sistemas precisam ofertar. 
A Lei de Diretrizes e Base (LDB) em seu artigo 33 segue o que determina a Constituição Federal 88 e amplia afirmando que “[...] o ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.” (Grifo nosso). O Ensino Religioso é uma área de conhecimento (Resoluções do CNE nº 02/98, 04 e 07/2010) que compõe a Base Nacional Comum do currículo do Ensino Fundamental (Lei nº 9.475/97).
Portanto trata-se de um componente que tem sólida base teórica e legal e com uma acentuada expansão na última década de oferta pelas Instituições de Ensino Superiores não só graduações, como também em especializações, mestrados e doutorados.    
A retirada do ER, portanto, é ideológica e arbitrária, pois desrespeita a consulta pública de 12 milhões de pessoas, negligencia e impede os estudantes da educação básica de terem um espaço para promover o reconhecimento pelo diferente e pelas diferenças, para promover o diálogo e respeito pela diversidade cultural e religiosa, para cultivar a cultura de paz, para dar vez e voz a quem por mais de cinco séculos ficou invisibilizado e silenciado.
No momento atual em que crescem as manifestações de intolerância religiosa e cultural, de radicalismo, de violência física, psíquica e espiritual, de consumismo, de conflitos  etc... o Ensino Religioso altera concepções, desfaz preconceitos, fortalece os valores, combate a intolerância, contribui para descolonizar as “verdades” mantidas e cunhadas pelas elites durante séculos, garante as múltiplas formas de ser, pensar, crer e do viver humano.
A exclusão do Ensino Religioso da BNCC irá causar vários IMPACTOS:
- Continuará sendo desconsiderados por Estados, Municípios e por muitos professores.
- Não será mais prioridade para a formação continuada nos Estados e Municípios
- Os saberes específicos da docência do ER continuarão desconsiderados
- Irá relativizar a oferta nas Licenciaturas contribuindo para o seu fechamento de vários cursos
- Desestitucionalizará as iniciativas de formação continuada dos sistemas
- Continuará abrindo precedente para não oferta do ER nos sistemas de ensino
- Causará o desemprego em massa para profissionais que estão habilitados num componente curricular que tem base legal e que necessário ser ofertado, mas por estar fora da BNCC poderão não mais ser ofertado.
- Deixará de ter tratamento isonômico em relação aos demais componentes curriculares
- Causará uma lacuna irreparável na educação básica e na sociedade.
Portanto, a retirada do Ensino Religioso da 3ª versão da BNCC é ideologia, arbitrária e representa uma afronta ao esforço de professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados nesta área de conhecimento que por mais de duas décadas trabalha para construir aportes epistemológicos para um Ensino Religioso vital para construção de uma educação democrática e cidadã brasileira. 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

PARÓDIA: EU NÃO NEGO O ENSINO RELIGIOSO NA BNCC


MÚSICA: POR QUE DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES
(Geraldo Vandré)

Paródia (Profª. Maria José Torres Holmes)

1-Caminhando e falando, do Ensino Religioso.
Que durante muito tempo, viveu misterioso.
Onde índios e negros marginalizados.
E viviam açoitados, e escravizados.

Refrão
Hoje ensinamos, sobre a pluralidade.
As culturas religiosas, da nossa diversidade.
Hoje ensinamos o respeito às diferenças.
O direito que é de todos, de ter a sua crença.

2-Caminhando/ cantando, seguindo a Educação.
Somos educadores construindo a Nação.
Nas escolas, ensinamos com motivação.
Ensino Religioso, pra formar o cidadão.

Refrão
Hoje ensinamos, sobre a pluralidade.
As culturas religiosas, da nossa diversidade.
Hoje ensinamos o respeito às diferenças.
O direito que é de todos, de ter a sua crença.

3-Caminhando e cantando,
respeitando as religiões.
Somos todos iguais, nossas aspirações.
Ensinamos na escola, o fenômeno religioso.
Objeto de estudo do Ensino Religioso.

Refrão
Hoje! Eu não NEGO, este tais ensinamentos.
É muito importante entre os conhecimentos.
Por isso o defendo, dentro da BNCC.
Quero, muito respeito, ao ensino e o aprender.

4-Caminhando /dialogando /eis a grande questão.
As Matrizes Africanas e Indígenas em comunhão.
Alteridade da vida com as Matrizes Orientais.
Dialogando na certeza, com as Ocidentais.
Mesmo, aqueles que dizem não acreditar.
No meio destes estão, os sem religião.
O importante é o respeito e a compreensão.
Todos juntos, irmanados por esta Nação.

Refrão
Hoje avançamos com grande satisfação.
Com isso a certeza da nossa legislação.
Hoje temos um fórum, que se chama FONAPER.
Com ele aprendemos o que é o Candomblé.

Esta paródia foi a parte cultural apresentada e cantada por todos os presentes 
no dia 02 de junho de 2017, por ocasião da Audiência Pública realizada na Câmara Municipal de João Pessoa-PB que tinha como foco principal a exclusão do Ensino Religioso da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).




Atividades:


Uma dica para os professores de ER ou outros componentes curriculares:

1- Com este exemplo você pode trabalhar em sala de aula e criar com os alunos outras letras em outras músicas abordando os conteúdos em evidência;
2-Promover concurso de paródias em grupo;
3-Trabalhar com dicionário, para ver o significado das palavras que utiliza na paródia...
4-Use a sua criatividade.